“Protágoras enfatizou “que “ O homem é a medida de todas as coisas”. É no homem que reside à possibilidade de dar sentido ao mundo; por isso tudo é frágil e precisa constantemente estar sendo construída. Para os sofistas não existe uma verdade absoluta, mas o que existe são verdades. Não existe uma verdade única; anterior a mim que rege tudo desde começo e para sempre. O que existe é o ser humano; que dentro de um contexto existencial ele precisa viver em sociedade; mas para isso será necessário estabelecer valores, regra, normas com a finalidade de proporcionar a convivência do ser. Mas tais regras e valores não advêm da divindade, de um principio único e absoluto, ou de qualquer outra fonte; mas vêm da necessidade de poder construir uma existência com sentido. Para os sofistas a verdade não existe; e se existe não pode ser compreendida, pois não podermos enunciá-la através da linguagem. Não há verdade apriori; o que existe é a verdade posteriori que atribui às coisas verdades através da linguagem, sendo a retórica o método de persuasão.
Os sofistas surgem exatamente no momento de passagem da tirania para a oligarquia democrática são mestre da retórica e viajavam todo o estado fornecendo seus ensinamentos, suas técnicas e habilidades para os governantes e político em geral. Embora os sofistas não tenham uma doutrina sistematizada existe uma Paidéia nos sofistas que preparavam o cidadão para o exercício da vida política.











