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JOHN LOCKE

"todos os homens, que, sendo todos iguais e livres, nenhum deve prejudicar o outro, quanto à vida, à saúde, à liberdade, ao próprio bem". E, para que ninguém empreenda ferir os direitos alheios, a natureza autorizou cada um a proteger e conservar o inocente, reprimindo os que fazem o mal, direito natural de punir"

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

O COGITO E A LOUCURA

Após grandes elucubrações e esforço intelectual unicamente por meio da razão Descartes coloca em dúvida todo o saber vigente, chegando a res cogitans  ou seja, o “EU” o qual é uma substância pensante. Essa substância pensante é a base que proporciona a devida condição da existência. Para Descartes, isso se configura em uma certeza a qual é identificada no sistema cartesiano através do cogito: “Se penso; logo existo”. Assim, para Descartes...

domingo, 18 de novembro de 2012

A QUESTÃO DO NIILISMO

Etimologicamente niilismo vem de Nihil, que significa nada. Este termo aparece primeiramente com Goetzius (1733). Mas é, sobretudo na interpretação de F. H. Jacobi, a respeito da identidade do niilismo, que o termo adquire maior consistência, apresentando-o como responsável pelo processo de aniquilação da realidade provocado pela redutiva posição fundamental da razão que quebra a relação ontológica constituinte. O primeiro uso propriamente...

sábado, 17 de novembro de 2012

APORTES DO HUMANO DEMASIADAMENTE HUMANO E A PERSPECTIVA DO ESPÍRITO LIVRE

  1.1. Sobre verdade e mentira Verifica-se que a proposta de Nietzsche é um projeto critico levado ao outro patamar.  Visto que Nietzsche ele apresenta uma correlações entre as pretensões do intelecto e as necessidades do homem. Para Nietzsche, por mais  que a pergunta pela verdade interessa  o questionamento sobre o motivo pelo qual existe no homem o impulso pela verdade...

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

KANT E HABERMAS : Um a breve introdução sobre a moral kantiana e a ética discursiva

De acordo com Kant as leis morais fornecidas pela razão são leis sintéticas a priori. As leis sintéticas a priori são de caráter universal e necessário para todos os seres racionais, pois são leis objetivas. Com isso, não se deve considerar que as proposições da lei moral incluam uma condição material, ou seja, empírica. Pois, a lei moral que legisla a priori propõe uma ação livre de juízos empíricos[1]. A razão prática faz sempre referência...